Fanáticos por Futebol - O GOLb

Por que aqui, o GOL vem em primeiro lugar.

29th September 2009

Porque vai dar Rio de Janeiro 2016?

Não é nacionalismo, patriotismo, muito menos otimismo. O Rio de Janeiro é favoritíssimo a ganhar a disputa contra Madrid, Chicago e Tóquio na disputa pelos Jogos Olímpicos 2016. Os estadunidenses jogam pesado e sujo, como sempre fizeram, e até por isso têm alguma chance. Espanhóis e japoneses, entretanto, vêem suas candidaturas perderem brilho diante da guerra Rio x Chicago que já tomou conta do noticiário internacional.

 A prova cabal do poder carioca é a forma desesperada com que os representantes do Tio Sam têm atacado o Brasil. A economia mais poderosa do planeta também é a mais influente e com certeza, nos ostentadores salões da Casa Branca, já sabem do perigo que correm. A imprensa deles tem publicado sucessivas matérias sobre violência no Brasil e até um famoso seriado de TV fez um episódio no qual determinado representante do COI fora assassinado por um brasileiro a fim de não atrapalhar a candidatura do Rio. Bizarro!

Se Lula foi um verdadeiro “Didi Mocó” em sua política internacional envolvendo os casos: Honduras, Evo Morales x Petrobrás e Rafael Correa x Odebrecht. O mesmo não se pode dizer do lobby feito em prol do Rio de Janeiro. Desde 2006 o presidente colocou a candidatura do país a sede da Copa do Mundo de futebol 2014 e Olimpíadas 2016 como primordial em sua agenda.

 Nos jogos Pan-americanos, o Brasil tentou conseguir o maior número de votos possíveis para sua candidatura olímpica. Em Pequim, 2008, Lula conversou diretamente com o mandatário chinês bem como outros representantes de países diversos. Entre as nações da América Latina e da África, o governo brasileiro crê em uma vitória esmagadora do Rio de Janeiro, até pelo discurso apresentado na Cúpula América do Sul – África, realizada semana passada na Venezuela. Basta lembrar ainda que os representantes brasileiros foram cabos eleitorais da campanha da África do Sul para receber a Copa de 2010.  

 Outro ponto-chave a favor da capital fluminense é a crise mundial. Segundo vários analistas, o Brasil foi um dos países que menos sofreu com o pandemônio financeiro e os brasileiros saíram fortalecidos da tormenta. Fica claro que há uma nova ordem mundial em curso. Ou os países ricos começam a dividir suas responsabilidades – e consequentemente seus poderes – com os países emergentes, ou a máquina capitalista tende a emperrar. Sob essa ótica, é compreensível porque a Austrália “tirou” da Grécia a tradição de sediar os jogos a cada 100 anos (2000 seria em Atenas e não em Sydney) e Pequim ter vencido em 2008, com alguma margem de folga.

 A escolha dos jogos de 2012 voltou para a Inglaterra, mas com muito “aperto”, contrário do que ocorreu na escolha de 2008. Londres precisou de quatro turnos para vencer sua principal concorrente: Paris. Madrid, Moscou e Nova Iorque também estavam na disputa mas desde o início a imprensa as colocavam como coadjuvante, tal qual fazem agora com Tóquio e novamente a capital espanhola. Ou seja o falatório antes da votação tem sim, algum fundamento.

 Para 2020, especula-se que cidades de países emergentes devem ser maioria entre as candidatas, pela primeira vez na história. Entre elas estariam Déli (Índia), Kuala Lumpur (Malásia), Manila (Filipinas), Monterrey (México) e Cidade do Cabo (África do Sul).

 Para que duvida da força brasileira nessa competição tão acirrada, eis alguns pontos importantíssimos.  

  • Desde 1948, quando as Olimpíadas foram realizadas em Londres, Inglaterra, e posteriormente em 1952, realizadas em Helsinque, na Finlândia, os jogos não são sediados duas vezes seguidas no mesmo continente. Logo, a candidatura de Madrid perde fôlego, pois Londres será a sede em 2012.
  • A Ásia nunca foi sede de duas edições dos jogos em um curto espaço de tempo como seria 2008 (China) – 2016 (Japão) e para 2020 deve apresentar pelo menos três cidades-candidatas.
  • A América do Sul nunca realizou as Olimpíadas e a América Latina foi sede apenas uma vez: em 1968 na Cidade do México.
  • O Brasil é o único país entre as oito maiores economias do mundo que não teve a honra de receber os jogos olímpicos.

postado em | por: emerson | 0 Comments

22nd September 2009

Onde vai jogar Edno?

Não, este post não está atrasado e nem é antigo. Depois de inúmeras propostas de vários clubes do Brasil, Edno definiu que iria jogar no Corinthians. Mas será que existe espaço no ataque do Timão para ele?

Ronaldo é incontestável. Dentinho é prata da casa e um dos destaques da equipe nos últimos anos. E Jorge Henrique tem jogado muita bola e é um dos melhores do time. Ou seja, depois de tanto oba, oba, Edno (que chegou a fazer os dirigentes da Lusa acreditarem que era Edson Arantes do Nascimento, segundo os flamenguistas) vai ficar como opção de banco ao lado de Bill e Souza.

Acho pouco para um jogador que tinha pretensões de jogar no exterior. Mas pode ser considerado muito para alguém que estava na série B, sem o menor brilho.

postado em | por: Cesar Candido dos Santos | 0 Comments

21st September 2009

Que fase!

O futebol viveu um fim de semana de dar inveja aos melhores humoristas do mundo. No sábado, o árbitro Charles Hebert Cavalcante Ferreira validou o gol de mão mais indecente da história, na vitória do Paraná por 1 a 0 sobre o Ceará.

Mas o juiz brasileiro não foi o único a “aprontar”. O suíço Massimo Busacca, considerado um dos três melhores árbitros da Europa, deixou a delicadeza de lado e mostrou o dedo do meio para os torcedores do Young Boys, no duelo contra o FC Baden, válido pela Copa da Suíça.

Mas o fato mais divertido aconteceu em Moscou. Um torcedor resolveu invadir o gramado durante o jogo entre Saturn e Spartak Moscou e bater o pênalti que seria cobrado pelo brasileiro Alex (ex-internacional). O pior de tudo é que ele chutou muito bem, ao melhor estilo Ronaldo (reparem o tamanho da barriga).

http://www.youtube.com/watch?v=Vfuhc3MgPwQ&feature=player_embedded

 

postado em | por: Cesar Candido dos Santos | 0 Comments

18th September 2009

Porque o Atlético errou em desprezar a Sul-americana

O Galo, comandado pelo competente Celso Roth, jogou com o time reserva na Copa Sul-americana e nem por isso deixou de dar trabalho a equipe titular do Goiás. Bem verdade que os goianos estão apáticos, enfraquecidos e em crise, mas aos trancos e barrancos superaram o mistão “quase quente” do Atlético/MG.

Embora bom treinador, Roth errou ao escalar o time reserva na Sul-americana. Errou ao colocar um time jovem demais e errou ao desprezar a competição internacional. A diretoria do clube, que parece fazer um trabalho sério, errou em não ter visto na Sul-americana uma fonte de receita em tempos de camisa sem patrocínio.

Desde 1997 o Galo não ganha nada, porque Mineiro é um campeonato de dois times. Ainda sim, a Conmebol de 97 já valeu por quase nada, já que a Confederação Sulamericana e a Brasileira fizeram o favor de colocar agremiações inexpressivas no torneio. Logo, desde 1992, o time alvinegro anseia por uma conquista decente, digna de sua torcida.

A Sul-americana não é tão importante quanto a Libertadores, muito menos mais importante que o Brasileiro. Mas o Colorado gaúcho papou a taça ano passado e ganhou muito em marketing, em visibilidade e respeito internacional. Coisa que o Galo, infelizmente, está longe de ter. Sinceramente, com esse elenco atual, o Atlético brigaria “fácil” pelo título da Sul-americana.

Vejo os comandados de Celso Roth com bons olhos no Brasileirão, mas não há como negar que São Paulo, Internacional e Palmeiras têm mais time e caminhos mais tranqüilos até o final do certame. Posso estar errado, mas o Galo parecer ter priorizado a “vaga na Libertadores” ao “título de uma competição internacional”.

Oras, se o Atlético não é tão forte para chegar à taça nacional, porque então temer Goiás, Corinthians, Grêmio, Barueri e Santos? Esses são os times que vem logo atrás e são os candidatos a entrar no G-4. O Goiás está em queda livre, tem um elenco limitado e convenhamos, sempre quando a “jeripoca pia”, o histórico do verde não ajuda. O Timão não é adversário porque já está na Libertadores. Temer o Barueri é o cúmulo da mediocridade e o Santos - time que depende de Germano no meio-campo e Filé de borboleta no ataque - só pode ser piada. De todos, o Grêmio é o único que poderia justificar o temor do Galo em jogar duas competições de forma “séria”.

Para o Atlético, atualmente, ganhar a Sul-americana é mais importante que chegar a Libertadores 2010. O Galo, a torcida do Galo, a história do Galo, a sala de troféus do Galo… enfim… precisa de TÍTULOS! Uma pena que Kalil e Roth tenham jogado essa chance de ouro pelo ralo abaixo. Agora é tentar surpreender no Brasileirão.

postado em | por: emerson | 0 Comments

18th September 2009

Briga boa lá na frente

Neste fim de semana, mesmo que provisoriamente, é grande a chance do Campeonato Brasileiro ter uma nova equipe na liderança da competição. Como a partida entre Cruzeiro e Palmeiras foi adiada para quarta-feira, Internacional e São Paulo podem ultrapassar o Verdão.

O Colorado encara o Vitória, no Barradão, e tentará se recuperar do tropeço em casa diante da Raposa, mas não terá vida fácil na Bahia. A missão do Tricolor é um pouco mais tranquila. O atual campeão pega o Santo André, em Ribeirão Preto (campo neutro), e tem tudo para conquistar os três pontos.

Com o triunfo de qualquer um destes dois times, o Palmeiras entrará pressionado no Mineirão. Resta esperar para ver como a equipe de Muricy se comportará agora que a vantagem diante de seus adversários é mínima. O São Paulo já mostrou em outras três oportunidades saber lidar muito bem com isso e, se assumir a ponta, pode deslanchar. Em contrapartida, quando esteve na cola dos líderes em 2005 e 2006, o Inter sempre deixou escapar boas oportunidades de ocupar o primeiro lugar, exatamente como aconteceu no domingo passado.  

postado em | por: Cesar Candido dos Santos | 0 Comments

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