Futebol em números (2)
SEIS vezes terminou empatado em 2 a 2 o clássico Flamengo x Botafogo nos últimos dois anos. Neste período, os clubes cariocas se enfrentaram em 15 oportunidades.
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SEIS vezes terminou empatado em 2 a 2 o clássico Flamengo x Botafogo nos últimos dois anos. Neste período, os clubes cariocas se enfrentaram em 15 oportunidades.
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QUATRO gols marcou Val Baiano na vitória do Barueri sobre o Náutico. O atacante já balançou a rede oito vezes neste Brasileiro e é artilheiro da competição ao lado de Felipe (Goiás) e Roger (Vitória).
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O trapalhão da rodada foi o goleiro Castilho, do Botafogo. No empate do alvinegro com o Flamengo, o uruguaio saiu correndo feito louco e cometeu uma falta desnecessária perto da junção da grande área com a linha de fundo. Na sequência do lance, “faltou braço” para o camisa 1 chegar na cabeçada de Adriano e evitar o gol rubro-negro.
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DOIS arremessos laterais revertidos teve o São Paulo na derrota para o Atlético-MG. A repetição de um erro primário como esse mostra o quão perdida está a equipe tricolor nesta temporada.
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Por Cesar Candido dos Santos
Se o Cruzeiro tivesse a mesma paciência que o Estudiantes teve quando sofreu o primeiro gol, talvez o resultado da final da Libertadores seria diferente.
Chegou a ser escandalosa a tranquilidade dos argentinos após Henrique estufar as redes e inflamar o Mineirão. Parecia que eles sabiam que era questão de tempo para virar o jogo. E estavam certos…
Tranquilidade que começa nos pés do excelente Verón, que venceu o duelo com Ramires, soube controlar o meio-de-campo e iniciou a jogada para o gol de Fernández. O empate desestabilizou a Raposa, mas não mudou a postura da equipe de La Plata. Continuou no seu estilo, no seu ritmo e chegou a virada com Boselli.
Apontar culpados depois de uma derrota é fácil, mas o fato é que novamente o lado emocional pesou contra os brasileiros em uma decisão contra argentinos. Poderia listar aqui um milhão de exemplos, mas palmeirenses, corintianos, são-paulinos, santistas, cruzeirenses, gremistas, botafoguenses e torcedores de todos os outros times do Brasil sabem muito do que estou falando.
Na Libertadores, o sangue frio e a catimba argentina fazem diferença sobre a ginga brasileira. Eles não temem a pressão da torcida, o peso de jogar fora de casa, o favoritismo do adversário ou as provocações, pois sabem que é apenas uma partida de futebol…
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