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Positivo assina patrocínio ao Coritiba em 2008

26th August 2008

Positivo assina patrocínio ao Coritiba em 2008

A empresa de computadores Positivo é a nova patrocinadora do Coritiba. Pelos termos do acordo, com validade até o fim deste ano, a companhia estampar á sua logomarca na frente e nas costas da camisa do clube, além de garantir o direito de explorar a comunicação visual no estádio Couto Pereira e criar ações promocionais durante os jogos.

“Acreditamos que esta será uma forma inovadora e promissora de promovermos a nossa imagem institucional” disse o diretor de marketing da Positivo Informática, César Aymoré.

No esporte, a Positivo já apoiou a corrida Corporate Run, entre outros eventos no Paraná

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26th August 2008

Pelé perdeu a noção

Não vou entrar no mérito de discutir se Pelé foi ou não o maior jogador de todos os tempos, mas sim na questão de como Pelé faz uso de sua imagem.

Pelé passou anos brigado com Ricardo Teixeira, pelas mais diversas razões, ao ponto de quase não ser convidado para o sorteio da Copa. De uma hora para outra mudou de idéia. Voltou a falar com o Presidente da CBF como se fossem grandes amigos. Chegou a se dirigir a Ricardo Teixeira como: Meu Presidente!  (que nojo!!!)

Pela história que tem e pelo que ele representa confesso que me cansa ver sua imagem ligada a Candidatura do Brasil para Copa de 2014 e agora para a Candidatura da Olimpíadas em 2016 no Rio de Janeiro. Depois do presidente de honra da FIFA, João Havelange, o Comitê de Candidatura anunciou que Pelé é o novo embaixador do sonho olímpico, ou melhor, do pesadelo que será uma Olimpíadas aqui

Está na hora de inaugurarmos a campanha:

Contra 2016 Urgente!!!!!

É a chance que temos de mostrar que o Brasil ainda tem jeito.

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25th August 2008

Qual o dever do Estado?

Não importa se foram três. Poderiam ter sido cinco ou sete ou até uma o total de medalhas de ouro.

Avaliar o desempenho do Brasil pelo total de medalhas de ouro ou mesmo pelo total de medalhas conquistadas é interessante, é bom, mas não é o ponto principal da questão.

Primeiro porque as pratas e os bronzes que conquistamos por pequenos detalhes muitas vezes deixou de ser ouro. E se tivéssemos ganhado o ouro do Diego, das meninas do futebol e do vôlei de praia e de quadra masculino? Teríamos sete ouros e o que isso mudaria na nossa história? Nada. Só daríamos mais argumentos para que pessoas como o presidente do COB, Sr. Carlos Alberto Nuzman dizer que precisa de ainda mais dinheiro do que o que já recebeu. E daríamos mais corda para os imbecis que ainda apóiam uma Olimpíadas aqui com o falso argumento de que esta seria a chance de termos condições de melhorar nosso desempenho.

Mentira!!!

Por dois motivos:

Primeiro: Não é ter aqui ou não uma Olimpíadas que irá mudar a forma como se “faz” atletas. Para sermos uma nação olímpica temos que investir no esporte de base, na formação do esportista e não gastar 1,2 bilhões em treinamentos que não levam a lugar nenhum.

Segunda: Investir no esporte não é investir em ganhar medalhas. Se Nuzman acha que precisamos investir no esporte para simplesmente ganhar medalhas, já começamos tudo com o pé errado. Precisamos investir no esporte para formar cidadãos. Precisamos investir no esporte por questões de cidadania.

Estive ano passado, num evento no SESC sobre Marketing Esportivo e uma das palestrantes era Magic Paula, Coordenadora do Centro Olímpico – aqui de São Paulo, quando levantaram a questão a respeito da formação de atletas. Após uma série de argumentações coloquei em pauta a seguinte questão: O Governo, seja ele federal, estadual ou municipal, deve formar atletas olímpicos ou jovens capazes de ser um cidadão melhor no futuro?

Investimentos em atletas olímpicos devem ser feito em conjunto com a iniciativa privada. Que tem mais capacidade de investir e colher os frutos necessários para tal empreitada.

O estado, em qualquer esfera, deve ter em mente o uso do esporte como meio de inclusão social. Segundo a Organização Mundial da Saúde para cada dólar investido no esporte se economiza três na Saúde. É desta forma que governos devem enxergar o esporte.

Assim como a quantidade de medalhas que ganhamos o lugar que ficamos não muda nada. Ficamos atrás da Jamaica, Ucrânia, Quênia, Etiópia e por isso somos um país pior que eles? E ficamos a frente da Nova Zelândia, Dinamarca, Suíça, Bélgica e muitos e outros e alguém afirma que somos melhores que eles?

O COB tem a chance de mudar sua posição e ajudar a fazer do Brasil um verdadeiro país. Não Olímpico apenas, mas um país igual para todos, com inclusão social, cidadania, esporte e lazer andando juntos. Afinal não é para isso que serve o estado?

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24th August 2008

Sheva-Milan e vice-versa

Muitos rossoneri eram contra a volta de Shevchenko. Alguns o chamam de traidor, outros o veneram. Sinceramente, acho que a volta do ucraniano é um bem para o Milan. 

Ele desaprendeu jogar bola no Chelsea? Claro que não, ele apenas errou. Em time que está ganhando não se mexe. Sheva contrariou esta frase e foi embora quando estava em uma boa fase, deixando o time rubro-negro na mão.

Agora o Milan precisa dele e ele precisa do Milan. O setor ofensivo da equipe de Carlo Ancelotti demonstrou muita fragilidade nos jogos de pré-temporada. Pato é novo, Inzaghi é veterano, Borriello é apenas um atacante e Sheva é Sheva. 

Foram 173 gols em seis anos na Itália. Ronaldinho terá com quem dividir a responsabilidade no ataque. O ucraniano é um ídolo da torcida. Apesar da saída em 2006, os torcedores rossoneri não podem negar a boa prestação do atacante durante sua passagem pelo clube. 

Ronaldinho, se voltar a jogar bola, será importante para o Milan. Mas acredito que o retorno de Shevchenko é o ponto fundamental para a equipe de Kaká e companhia voltar ao caminho dos títulos. 

O Milan precisa de vez engrenar. Um goleiro e mais um zagueiro deixaria o time em ponto de bala. No entanto Shevchenko é capaz de fazer a torcida pensar em um novo (e velho) time capaz de trazer as mais puras alegrias, porque ele sim tem a cara do Milan. Benvenuto, Sheva.

Éder Fantoni

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24th August 2008

Falta um Ricardinho

Desde a saída de Ricardinho, indiferente ao motivo, é nítido que a Seleção Brasileira ficou mais fraca. Marcelinho não é ruim, é um bom levantador, mas só.

Ricardinho, não! Ricardinho é um levantador diferenciado.

Claro que a culpa da derrota, hoje, em Pequim não deve ser creditada ao levantador ou a qualquer jogador. Muito menos ao técnico Bernardinho. Perdemos porque o esporte é assim. Alguém tem que perder.

Durante quatro anos esta seleção de vôlei veio nos dando às maiores alegrias no esporte. No país do futebol foi o vôlei que se destacou pelas vitórias nestes últimos anos. A derrota, por mais dolorosa que possa ser, não pode e não deve apagar o que eles já fizeram.

Não tenho dúvidas de que a seleção tem total capacidade de voltar a ser a número um, mas fica claro que a hegemonia que tivemos no vôlei masculino acabou e agora vencer será cada vez mais difícil.

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