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Sheva-Milan e vice-versa

24th August 2008

Sheva-Milan e vice-versa

Muitos rossoneri eram contra a volta de Shevchenko. Alguns o chamam de traidor, outros o veneram. Sinceramente, acho que a volta do ucraniano é um bem para o Milan. 

Ele desaprendeu jogar bola no Chelsea? Claro que não, ele apenas errou. Em time que está ganhando não se mexe. Sheva contrariou esta frase e foi embora quando estava em uma boa fase, deixando o time rubro-negro na mão.

Agora o Milan precisa dele e ele precisa do Milan. O setor ofensivo da equipe de Carlo Ancelotti demonstrou muita fragilidade nos jogos de pré-temporada. Pato é novo, Inzaghi é veterano, Borriello é apenas um atacante e Sheva é Sheva. 

Foram 173 gols em seis anos na Itália. Ronaldinho terá com quem dividir a responsabilidade no ataque. O ucraniano é um ídolo da torcida. Apesar da saída em 2006, os torcedores rossoneri não podem negar a boa prestação do atacante durante sua passagem pelo clube. 

Ronaldinho, se voltar a jogar bola, será importante para o Milan. Mas acredito que o retorno de Shevchenko é o ponto fundamental para a equipe de Kaká e companhia voltar ao caminho dos títulos. 

O Milan precisa de vez engrenar. Um goleiro e mais um zagueiro deixaria o time em ponto de bala. No entanto Shevchenko é capaz de fazer a torcida pensar em um novo (e velho) time capaz de trazer as mais puras alegrias, porque ele sim tem a cara do Milan. Benvenuto, Sheva.

Éder Fantoni

postado em | por: Cobra | 2 Comments

24th August 2008

Falta um Ricardinho

Desde a saída de Ricardinho, indiferente ao motivo, é nítido que a Seleção Brasileira ficou mais fraca. Marcelinho não é ruim, é um bom levantador, mas só.

Ricardinho, não! Ricardinho é um levantador diferenciado.

Claro que a culpa da derrota, hoje, em Pequim não deve ser creditada ao levantador ou a qualquer jogador. Muito menos ao técnico Bernardinho. Perdemos porque o esporte é assim. Alguém tem que perder.

Durante quatro anos esta seleção de vôlei veio nos dando às maiores alegrias no esporte. No país do futebol foi o vôlei que se destacou pelas vitórias nestes últimos anos. A derrota, por mais dolorosa que possa ser, não pode e não deve apagar o que eles já fizeram.

Não tenho dúvidas de que a seleção tem total capacidade de voltar a ser a número um, mas fica claro que a hegemonia que tivemos no vôlei masculino acabou e agora vencer será cada vez mais difícil.

postado em Fernando Fleury| por: Fernando Fleury | 0 Comments

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